quarta-feira, 2 de março de 2022


A terça feira de Carnaval é conhecida, em alguns países, como Pancake Day, que é como quem diz:
Dia de comer panquecas!

Aqui por casa come-se panquecas quando nos apetece. Qualquer dia é dia de as fazer e de as comer.

Já no Instagram parece que é o Domingo o dia delas, a não ser que façam como eu, em que um dia de praia, no Verão, rende para umas semanas de fotografias 😂😂😂 - sim, como o mesmo biquini! o que faz com que oiça muitas vezes: "Mas tu passas a vida na praia!" - só que não!

Uma dose de panquecas da minha receita rende, pelo menos, para doze unidades, o que equivale a seis pratos decorados de diferentes maneiras, e aí teríamos um mês e meio de domingos perfeitos de panquecas maravilhosas. #fakeituntilyoumakeit

Ainda assim há uma razão para este dia. A terça-feira de Carnaval antecede a quarta-feira de Cinzas, com a qual o mundo Cristão inicia a Quaresma, período que se prolonga até à Páscoa - 40 dias, para os mais distraídos - e durante o qual era/é hábito jejuar. Não, não se fica quarenta dias sem comer, apesar das guloseimas - folar e ovos de chocolate, entre outras. Renuncia-se, sim, a algumas iguarias em nome do culto, do respeito, da fé, da tradição (que já não é o que era, como diz o slogan publicitário),...

Cultura geral à parte e voltando às panquecas: a receita é a a de sempre, com um pequeno twist - substitui a chávena de leite por uma, mal cheia, de iogurte grego.

Ficaram mais altas e fofas, mas o sabor é exactamente o mesmo.

Como gosto de as servir e comer? Com tudo e com todos, porém os meus preferidos são açúcar, canela, mel, fruta, iogurte, fiambre e queijo. Um de cada vez, 'tá? Que eu não gosto de mixórdias!

São servidos?


quarta-feira, 23 de fevereiro de 2022

Corrigir testes


Todos nós crescemos a fazer testes e, enquanto estudantes, reclamávamos de cada vez que o professor chegava à aula a seguir aos ditos cujos sem que os trouxesse corrigidos. Ora bem...isto tem mais que se lhe diga!, mas na altura não fazia ideia do que estava por trás de tamanha demora.

Sim, há professores mais ágeis que outros. 
Sim, há disciplinas, cujos testes, que, pelo seu teor mais objectivo, são mais fáceis e rápidos de devolver.
Sim, há professores mais, ou menos exigentes.

Confesso: sou chatinha! E, por incrível que pareça, um teste com menos anotações não quer dizer que esteja melhor que um outro que esteja mais rabiscado, anotado, pintalgado. Por vezes não há nada que possa ser dito e isso não tem de ser nem bom, nem mau. Outras vezes há em que faço tantas anotações, setas e asteriscos que não deve ser fácil interpretar o porquê de tanta cor. 

Normalmente nem olham para o que lá escrevo. Apenas vêem a mancha colorida que invade o enunciado e passam os olhos pela nota. Depois, enfiam a folha dentro de um caderno, deixam por baixo da mesa ou atiram para a mochila. Poucos são os que se questionam. Poucos são os que têm tudo organizado. Enquanto adulta e no papel de professora, é obvio que me preocupam os primeiros e me agradam os últimos. Eu já tive a idade deles e lembro-me o que fazia aos testes quando os recebia: alguns havia que não ligava nenhuma, outros eram analisados à lupa na tentativa de descobrir alguma falha do professor para que pudesse subir a nota e outros guardava-os no respectivo caderno diário.

Tenho por norma não corrigir a vermelho. Prefiro o rosa ou o laranja. Manias ... 

Há dias dei-me ao trabalho de contar pelo relógio o tempo que levo em correcções. São cerca de três horas a corrigir oito textos (no meu caso, um texto - ou produção escrita - corresponde a um teste), em que a média de palavras ronda as 160 ou 180. Parece pouco, não é? Seria, se não tivesse mais de cem para corrigir.

Leio cada um destes textos, pelo menos duas vezes. Às vezes, três. A cada volta descubro erros ortográficos, de pontuação, de coesão e coerência. A cada volta faço anotações diferentes: assinalo reiterações, sugiro sinónimos e outras formas de escrever o que lá está.

Ao fim de algum tempo tenho de parar. Preciso destas pausas para continuar a tarefa com precisão e rigor, sem me deixar vencer pelo cansaço. Não acho certo que nos primeiros sejam corrigidos de forma mais rigorosa que os seguintes. Os critérios têm de ser iguais. Dou comigo, muitas vezes, a consultar o dicionário pois, de ler tantos erros, acabo por ficar com dúvidas. Será só comigo que isto acontece? 

Feitas as contas, demoro cerca de 45 horas com um grupo de textos de avaliação, já que depois de os corrigir ainda tenho de os classificar em infinitas e demoníacas tabelas de Excel!!!

São muitas horas, é verdade. E onde é que as vou buscar? Dava jeito ser Senhora do Tempo, com a capacidade de o multiplicar... Mas não sou. Assim, tenho de as roubar aos meus dias, à minha cama, aos meus amigos, à minha família, aos meus hobbies, às refeições, à casa, a mim... 

Podia não fazer testes? Podia!  

Quantas são as profissões que exigem trabalhar antes e depois do horário laboral? Há algumas, eu sei que há, mas não são assim tantas como tudo isso. 

E não, não me estou a queixar. Isto é um facto contra o qual não há argumentos. Quer dizer... há miúdos que argumentam também ter de estar na escola e ter de estudar depois e não receberem por isso - não recebem em moeda, é verdade, mas recebem em notas e em géneros, não têm contas para pagar nem outras preocupações do género. Percebem isso? Acho que não...



quarta-feira, 29 de dezembro de 2021

Boas práticas - I

Chamar-lhe sustentabilidade parece-me demasiado pomposo, por isso prefiro dar-lhe o nome de "boas práticas", uma vez que são estas as que fazem parte da normalidade dos meus dias, e algumas desde que me entendo como gente. 

Há umas semanas encontrei a Marta - quer dizer, conheci-a pessoalmente, ou melhor ainda, ela é que me reconheceu, e após uma breve troca de palavras sobre um dos produtos que ela comercializa e eu utilizo, desafiou-me a escrever um post - que afinal vão ser mais... - sobre este assunto.

Para algumas pessoas ainda parece um bicho de sete cabeças, mas acreditem que não é, e assim que que se entranha, deixa-se de se estranhar.

Começo pelo que originou a conversa, o desafio e o post: o copo menstrual.

Já falei dele aqui e lembro-me que, na altura houve uma série de comentários, quer a favor, quer contra, públicos e privados. O que vos posso dizer é que desde que o adquiri nunca mais comprei tampões nem pensos higiénicos, o que no que diz respeito a investimento valeu bem a pena - basta fazer as contas. 

Em termos práticos: apenas tem e ser mudado de 12 em 12 horas, e não me venham com a história de que "tenho imenso fluxo" (em média um fluxo abundante é de 80ml durante todo o ciclo), porque não pega. E porquê? Com a utilização de pensos e tampões acabamos por não ter bem a noção do mesmo, porque basta um tampão ou um penso mal colocado para haver asneira e pensarmos que nos estamos a esvair em sangue. Além disso há copos com diversas capacidades: dependendo das marcas pode variar entre os 25ml e os 30ml. Parece pouco? Isto equivale, aproximadamente, a três tampões.

Outra questão levantada, na altura, teve a ver com a higiene. Sempre que falo nisto vejo caras franzidas à minha volta, numa expressão de nojo e repulsa. Confesso que antes de começar a usar também tive muitas dúvidas, porém não há nada de mais higiénico. Não, não sujamos as mãos. E o melhor de tudo: não tem cheiro! Aquele cheiro que se sente quando um tampão ou penso está ensopado - isso sim, é incomodativo, não para os outros mas para nós.

E não se sente? Não, não se sente! Depois de inserido, cria vácuo e nem se dá por ele. É uma maravilha! A primeira vez que o usei tive alguma dificuldade em retirá-lo, mas pensei: o máximo que me pode acontecer é ter de ir às urgências do hospital para mo tirarem. E não, não teria tido problemas com isso, afinal trata-se de um copo menstrual e não de nenhum objecto estranho.

O que mais posso dizer? Ler as instruções de manutenção!

"Ai, não tens vergonha de escrever sobre isto e te expores?" Meus amores, vergonha é roubar e ser apanhado, como se diz por aí.  Por que havemos de fazer de algo natural um tabu? Não é a Control Portugal que tem uma conta de Instagram que é, simplesmente, fantástica, original e divertida? E é sobre o quê? Sexo! 

Experimentem. Já há no mercado copos de vários preços e muitas vezes há promoções.

Ao longo da vida, uma mulher usa, em média 11.000 (sim, onze mil) tampões ou 10.000 a 15.000 pensos higiénicos. Um copo menstrual pode durar cerca de 10 anos, desde que a sua utilização e higienização seja feita da forma correcta.

Convencidas? Ou ainda não?

(os próximos posts ainda sobre boas práticas contemplam assuntos como: sacos de pano ecompras avulso, entre outros)

terça-feira, 26 de outubro de 2021

Outubro Rosa


São centenas, se não milhares, as campanhas de prevenção do cancro da mama que surgem todos os anos, especialmente nesta altura. Por todo o lado se angaria fundos, se faz rastreios gratuitos, se distribui informação, entre tantas outras coisas. Até há monumentos que se tornam cor de rosa, sabiam? Basta uma pesquisa no Google e encontrarão referências.

E se parte da cura está na prevenção, essa está dependente apenas de nós! Não tenhamos receio de pedir e fazer exames, mostrá-los a quem percebe do assunto e não apenas ao "amigo-do-amigo-porque-o-amigo-tem-outro amigo". Em caso de dúvidas pedir segundas opiniões e procurar o que de melhor está ao alcance de cada um de nós. Acreditem que, qualquer que seja a decisão que se tome, esta é sempre a melhor que se pode tomar no momento. 

O auto-exame também é importante e, atenção, porque se qualquer caroço é, de certa forma, fácil de detectar numa mama pequena, numa outra de maior dimensão o mesmo já é mais difícil e encontrá-lo pode ser sinal de que algo mais avançado do que o normal já cresce no corpo. Não queremos que isso aconteça.


Se 85% dos casos detectados são dados como curados ao fim de 5 anos, há os outros 15% que não deixam de ser preocupantes. Além disso, esta é uma doença que não escolhe, propriamente, a idade nem o sexo. Dos cerca de 6000 casos diagnosticados, por ano, em Portugal, aproximadamente 1% acontece no sexo masculino. Portanto, senhoras e senhores, estejam atentos aos sinais que o vosso corpo dá.

Este assunto traz-me sempre à memória o caso de uma pessoa que, sem ser familiar, me é muito muito querida, ao ponto de lhe chamar "mãe da minha alma", e que seis meses depois de ter feito exames de rotina, teve um pressentimento e pediu que lhos fizessem de novo. Lá estava ele! O resultado foi uma mastectomia dupla com rejeição das próteses que, pouco tempo depois de terem sido colocadas, tiveram de ser retiradas. Não imagino a dor e o medo. Soube desta notícia no momento em que atravessava a Ponte 25 de Abril depois de um dia demasiado longo de trabalho em Lisboa. Chorei a viagem toda, de dor e de medo, mas que não estava nem próximo do que essa pessoa estaria a sentir. Felizmente, tudo acabou bem e ainda hoje a tenho comigo.

E foi por tudo isto que abracei o desafio proposto pelo Designer Algarve Outlet para divulgar a campanha de prevenção que estão a levar a cabo. O press kit que me enviaram é maravilhoso, mas que valor teria se fizesse apenas um comum unboxing com meia dúzia de legendas a dizer que era tudo muito bonito?? Isso é para as estrelas do Instagram, não para mim. Cada um faz o que sabe, o que pode e o que sente, por isso, vesti a camisola - neste caso um lenço concebido para este evento - e gravei um vídeo - despretensioso, caseiro e rudimentar - que pode ser visto na minha conta de Instagram.

Vela: Luhme     Lenço: Iela





domingo, 17 de outubro de 2021

Um ano depois...

Eu sei, eu sei...Passou-se um ano - e tantos acontecimentos - depois do último post aqui no blog.

- mais um ano de pandemia

- um confinamento mais prolongado, difícil e devastador

- uma incerteza tão grande que passei a viver um dia de cada vez sem pensar muito no que irá acontecer depois de amanhã

- mais aulas, mais verbo to be, mais Saramago

- a primeira semana de férias desde 2013!!! (um luxo!)

- e tantas, tantas outras coisas...

É triste, contudo é verdade. As redes sociais sobrepuseram-se ao poder do blog, mas sem dúvida é na escrita que tenho a alma. O Facebook não me custa nada, já o Instagram é quase ditatorial. Por vezes penso deixá-las para trás e regressar apenas ao blog, à origem, onde tudo começou, porém as redes são tão mais fáceis e apelativas,  e tão mais trabalhosas, mas dão muito menos trabalho. Parece contraditório, não é?

São também mais apressadas, de tal forma que se nos perguntarem qual foi o último post onde colocaste um like ou deixaste um comentário, provavelmente não temos a resposta na ponta da língua, porque o consumo é tão imediato que é como um flash que nos passa pelos olhos. Memória de peixe, diria.

E o que me traz hoje aqui? Nada em especial. Talvez a vontade de trazer luz a este cantinho que tem estado apagado. Vou limpar-lhe o pó, mudar as lâmpadas e dar-lhe vida - como se de uma casa fechada durante muito tempo se tratasse.

Confesso que ligar o dinossauro do meu computador, descarregar fotos da câmera, editá-las e depois escrever leva mais tempo do que aquele que tenho disponível. Vou fazer um esforço. Há tempos experimentei a app do Blogger de forma a fazer estas actualizações através do telemóvel, mas também ela parece ter ficado no ano do meu computador. Será que entretanto melhorou?

Vou experimentar!


Fica o meu olá e até já.


quarta-feira, 14 de outubro de 2020

#amormaior


Os últimos meses têm sido, deveras, atribulados. Se por um lado o computador tem ficado encerrado, por outro a correria tem sido imensa e, confesso, quis aproveitar a praia até ao último momento que, só por acaso, coincidiu com o dia do meu aniversário.

Apenas na semana passada dei como encerrado o meu horário e, acreditem, este ano não foi fácil conjugar vontades, anos lectivos e horários a roçar o esquizofrénico. A isto, junte-se o facto de ter sido obrigada a preparar mais um espaço para conseguir dar explicações - não que o número de alunos tenha aumentado, mas as exigências do "bicho papão" assim demandaram. Ainda não chegámos ao fim de Outubro e uma das minhas mesas já está a perder a cor de tanto desinfectante...

Ainda assim, e porque as saudades já eram muitas, consegui arranjar tempo para regressar ao ballet. Pois é, um ano e meio depois de ter parado, voltei a calçar as sapatilhas e as minhas pernas já se queixam dos pliés eheheh Ahhh, mas sabe tão bem!

Ter conseguido regressar foi também motivo de reflexão. Reflectir sobre o quê? Bem, sobre as causas que me levaram a parar. Sem dúvida que a falta de tempo - horas livres - foi a maior, contudo a ausência de disponibilidade ditou a paragem. É que falta de tempo e falta de disponibilidade são duas coisas completamente diferentes. 

Tive um projecto entre mãos que acabou por não dar em nada, mas pouco tempo depois comecei com outro que está a dar frutos, que eu estou a adorar, que me deixa pelos cabelos mas que chegou na hora certa. Não se diz, por aí, que Deus escreve certo por linhas tortas? Ora, de tanto escrever aqui e ali, agora ganhei uma espécie de céu.

Eu sei que há muitas pessoas que me acompanham por aqui, e eu deixei este espaço entregue às ervas daninhas, mas não fugi e tenho estado mais presente no Instagram e no Facebook.

Tentarei escrever por aqui mais vezes... Deixa ver o que o futuro me reserva.

Agora, vou ali ao lado vertir o maillot, as collants e as meias-pontas pois o meu #amormaior espera por mim. 

...5, 6, 7 e 8. Primeira posição. Plié!

Pano p'ra Mangas

quarta-feira, 19 de agosto de 2020

Dia Mundial da Fotografia

Pelo que vejo só aqui escrevo de mês a mês, o que já nem é mau, tendo em conta a conjuntura. Vamos ver se é hoje. Para trás ficam alguns posts que não passam de rascunhos e que, relidos, já não fazem muito sentido. É o que dá escrever consoante os humores...
A propósito do Dia Mundial da Fotografia, estive há pouco a ver as minhas máquinas fotográficas - não que tenha muitas, mas as que tenho fazem parte da história da minha vida, cresceram comigo e eu com elas.

A minha primeira Kodac tem ainda um rolo 110 com 24 fotografias, sendo que metade ainda está por usar. Recebi-a de presente de Natal com 11 anos e a primeira foto que tirei com ela foi à minha avó. Lembro-me como se fosse hoje. Ela estava de roupão, a varrer o pátio e eu, sorrateiramente, tirei-lhe uma foto. Ficou tão zangada comigo... Levei cá um raspanete que nem imaginam. É que naquela época a fotografia era algo que ainda requeria alguma preparação - nem que fosse a roupa ou a pose - e apanhá-la assim, sem estar aprumada, foi um terramoto! Lamento não saber onde anda essa foto, mas no dia em que a encontrar, partilho-a aqui.

Por perto tenho, também uma Half Frame, que no espaço de uma foto tira duas e assim é possível construir histórias - storytelling em fotos, hein?! Foi-me dada pela minha irmã e em Londres era companhia certeira. Também esta tem um rolo lá dentro, mas há tanto tempo que já perdi o tino à sequência de histórias que comecei a construir. Como para obter este resultado, as fotos têm de ser tiradas aos pares, parece-me que já deve estar tudo desemparelhado.

Sempre à mão está, igualmente, a Instax Mini 8 que me foi oferecida pela Fujifilm Portugal numa viagem que fiz com a marca em 2014. Lembram-se? Entretanto já sairam umas quantas outras versões, muito melhoradas, bem como outros modelos que eu adoro.

Mais perto ainda tenho a Canon e a sua lente de 50mm. A 18-55 está avariada e confesso que não me apetece mandar arranjar - às tantas é só pó acumulado, o que impede que funcione. Não sei! Deste modo obrigo-me a angulos mais difíceis e a uma ginástica visual e corporal "obrigatória" para o uso da mesma. Confesso que não a tenho usado assim tanto. Todo o processo de tirar as fotos, descarregar para editar e blá bla bla se tornou aborrecido e pouco interessante. Falta-lhe o wifi, é o que é!| (desculpas...)

Por último: a câmera das câmeras - a do meu telefone! Sou incapaz de gastar muito dinheiro num telefone, mas tendo em conta que é também um instrumento de trabalho, o último que adquiri foi uma extravagância - pelo menos para mim!  - e adoro-o, pelo menos enquant não começar a crashar. Posso fotografar em modo manual, trabalhar só a abertura de lente, tem modo nocturno, enfim... Não é um Porsche, mas serve para o uso que lhe dou.

E hoje? Já tirei alguma foto especial? Não! Shame on me!!!!

Pano p'ra Mangas
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