quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

#dizeroquevainaalma

Nas últimas semanas o "bichinho dos rabiscos" regressou, mas desta vez em forma digital. Entre outras aplicações que tenho instaladas, o Bamboo Paper conquistou-me o coração...quer dizer, os dedos!!!, pois é com eles que tenho rabiscado. Um desenho. Depois outro. E outro. E logo se vê onde isto vai.
As cores e os instrumentos de desenho à distância de um toque - curioso e estranho ao mesmo tempo. Faz-me pensar nas crianças do futuro, uma vez que cada vez mais parece que nascem ensinadas para mexer nestas modernices. Será que algum dia vão deixar de saber usar lápis, canetas, borracha e afins? Já pensaram ou leram alguma coisa sobre este assunto?
Enquanto esse futuro não chega, eu vou brincando e, para já, partilho o que tenho feito convosco. São mensagens doces, muito doces... Se quiserem alguma, enviem-me um e-mail que eu tenho o maior prazer em enviá-las.






terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Uma calçada com segredos


Há dias publiquei no Instagram uma foto da maravilhosa calçada que cobre uma parte da Rua de Santo António, na Baixa de Faro e, de imediato, uma amiga minha comentou com um link para uma notícia sobre a mesma. Aparentemente há uma polémica que a envolve e o que encontrei não é suficiente para concluir o que quer que seja, logo eu que sou leiga na matéria e apenas fiquei curiosa sobre o assunto. Se quiserem ver uma reportagem gira sobre o mesmo, cliquem aqui e oiçam com atenção - é simplesmente fascinante!!! Não sendo uma prioridade neste momento, vou guardar este assunto para quando me apetecer me debruçar sobre o mesmo, mas acho que vou ter de fazer investigação à moda antiga isto é, em arquivos, no meio do pó dos livros e falar com alguém que saiba.
A dita calçada data de 1970 e foi projectada pelo Arquitecto Ramires Fernandes e executada por um mestre calceteiro de Setúbal de nome Américo. O pavimento em tons de branco, azul escuro(ou cinza, nem sei bem com classificar) e vermelho é riquíssimo e foge aos desenhos da tradicional calçada portuguesa, que ostenta motivos ligados, muitas vezes ao mar e à terra. Aqui as flores de lis destacam-se na sua cor vermelha e quem as pisa nem repara o que nelas está escondido. E é aqui que começa a polémica. Há quem defenda que os motivos ocultos não são apenas ornamentais, mas que escondem um qualquer código secreto ligado, quiçá à maçonaria ou ao comunismo.
Polémicas à parte, no Sábado à tarde fui até à Baixa e percorri a Rua de Santo António aos "círculos" - literalmente - de olhos postos no chão e a tirar fotos. De vez em quando levantava a cabeça, para não chocar com ninguém, e lá encontrava uns olhos intrigados postos em mim e já quase no final desta viagem reparei num casal de namorados que me imitava, sorrindo e comentando cada descoberta. Encontrei muitas e diferentes flores, estrelas diversas, o que me pareceu um R, cruzes, algo que interpretei como uma espécie de construção, e no meio de tantos símbolos - ocultos, ou não, encontrei corações (ohhh yeeaaaahhhh)!!!!
Agora digam lá, vale ou não vale a pena, de vez em quando baixar os olhos para ver onde pisamos?








Pano p'ra Mangas

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Um almoço quase improvisado


No que toca à culinária, especialmente pratos salgados, adoro subverter as instruções e improvisar. Hoje, a ideia era fazer uma quiche para o almoço, mas assim que me apanhei sozinha na cozinha...até esfreguei as mãos de contente. A massa estava pronta, pelo que teria de a aproveitar. O frango também já estava desfiado, mas juntá-lo a dois ou três legumes pareceu-me uma coisa tão sem graça... Eu gosto, mas não me estava a apetecer. 
Deste modo, a uma cebola picada e levemente refogada juntei um tomate em cubos, uma curgete também em cubos, duas cenouras em rodelas e um chuchu laminado. Deixei cozinhar no refogado leve de cebola e no final envolvi o frango. Ao longo do processo fui temperando com o que tinha à mão: sal, noz moscada, pimenta preta e mostarda. Verti este preparado num ramequim. Por cima espalhei uma sobras de queijo mozzarella ralado que havia no frigorífico e por fim quatro ovos. Cobri com a massa, fixei-a aos bordos do ramequim e fiz um furo no centro para que o vapor fosse libertado. Aparei as sobras de massa e levei este petisco ao forno durante meia hora a 200 graus. Easy peasy, lemon squeezy ��
E como nestas andanças pouco ou nada se perde, resolvi aproveitar as sobras de massa. Como não tenho almofariz, esmaguei com o rolo da massa umas sementes de mostarda juntamente com algumas folhas de alecrim seco e juntei tudo à massa. Misturei bem, estendi a massa e cortei-a em bocados sem forma definida. Salpiquei as bolachas com um pouco de azeite e sal grosso. Estiveram no forno uns 15 minutos. Além de bonitas ficaram super saborosas e, para mim, foram as verdadeiras estrelas deste almoço quase improvisado.





Pano p'ra Mangas

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Mais eu


Hoje dei comigo a pensar que este blog é cada vez "mais eu" e cada vez menos aquilo para que foi criado. Não deixa de ser curioso... Não é que nunca me tenho apercebido disso, mas acho que só há pouco tomei consciência do facto.
A partilha tornou-se uma prioridade. O querer ver sorrisos nos rostos alheios, também - sem nunca esquecer a minha capacidade de fazer o mesmo. Creio ser isto uma "evolução dos tempos", afinal o Pano p'ra Mangas já por aqui anda há quase dez anos! Dez anos!!!
Nos últimos tempos tenho-me dispersado um bocado, resultado da minha mente inquieta e aversão a um pensamento rotineiro. Por vezes foge-me das mãos a linha condutora, e editorial também, deste pequeno canto da blogosfera sem que isso me faça sentir perdida ou desmotivada. Fico com a sensação de liberdade, quase como se se tratasse do Speaker's Corner em Hyde Park (lá vem Londres ao barulho...mas sinto mesmo saudades daquela cidade) onde posso dizer (quase) tudo. 
O que eu gostava de saber é se quem - ainda - aqui vem se apercebeu destas mudanças e o que acham das mesmas. Será que posso contar convosco?

And by the way, mas que não tem nada a ver: quem segue o Pano p'ra Mangas no Instagram sabe que tenho andado a fazer uns rabiscos mais ou menos engraçados e expressivos tndo como base algumas frases do senso comum. Que tal sugerirem algumas outras para que continue a praticar e publicar? A Margarida do Pano p'ra Mangas agradece ❤️

Pano p'ra Mangas

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Trata a Vida por Tu


Para muitos de vós é possível que o título deste post seja familiar, ou nem por isso? Se não, eu passo a explicar. Trata a Vida por Tu é o título de um livro com milhares de exemplares vendidos em Portugal, nascido a partir de um workshop com o mesmo nome e que, ao longo dos anos, tem feito a diferença na vida de muitas e muitas pessoas. Foi escrito por um dos gurus do desenvolvimento pessoal no nosso país: Daniel Sá Nogueira. Continuam sem saber do que se trata? Então um conselho: hoje, quando passarem pela primeira livraria que encontrarem, entrem e comprem-no. Com um bocadinho de sorte haverá um exemplar escondido à vossa espera, pois estar esgotado não é algo fora do normal.
Ora bem, o TVTU (em modo abreviado) é, como já disse, o nome do workshop que o Daniel pos de pé e traz a palco uma vez por ano - se não me falha a memória - desde 2009. Este ano não foi excepção. Já tinha sido desafiada várias vezes para participar, mas confesso que tudo o que tenha mais de 100 pessoas aos pulos numa sala, soa-me a seita... E usando isso como uma das desculpas, tenho vindo a adiar. Na semana passada deixei as desculpas de parte e fiz-me à fera!!! ( e o Daniel é uma verdadeira fera!!!): cerca de mil pessoas - de todos os géneros, idades e condição social -encheram o Salão Preto e Prata do Casino do Estorial e ao longo de 12 horas recebemos uma injeção de motivação e ferramentas que nos ajudarão a delinear objectivos, a atingi-los, a relacionarmo-nos melhor com os outros, independentemente do tipo de relação (familiar, amoroza, profissional...).
Perguntar-me-ão? Entào o coaching não é suficiente? Não! De vez em quando é preciso fazer refresh, é preciso renovar energias, é preciso continuar a aprender mais e melhor. E foi isso que fui lá fazer. Vim mais motivada, vim cheia de energia para abraçar este 2015 que se quer pleno. Vim mais capaz de ser uma pessoa melhor e para ajudar quem está à minha volta.
Um grande bem haja, Daniel! Chuvinha d' Amor para ti e para a equipa fabulosa que contribuiu para o evento. E já agora... Até para o ano! E quem sabe não desafio um grupo de bloggers a ir ao próximo TVTU. Quem é que alinhava?



Pano p'ra Mangas

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Um computador avariado...


... significa que não consigo fazer posts decentes, por isso tenho andado mais pelo Instagram.
Enquanto a avaria não se resolve vou rabiscando no tablet numa aplicação que descarreguei há pouco: Bamboo Paper. Já experimentaram? É giro! Como não tenho nem uma caneta XPTO, nem me consigo habituar àquelas "normais" de borrachinha, desenho com os dedos ��.

Pano p'ra Mangas


domingo, 4 de janeiro de 2015

O primeiro de 2015


Há dias fiz aqui um balanço de 2014 e tal como há um ano há uma lista de planos que não posso deixar de fazer.
Ser feliz, um lugar comum desta altura do ano, não faz parte da minha lista. What? Mas não queres ser feliz? É óbvio que sim! Eu já sou feliz todos os dias do ano. Ganhei o "super-poder" de encontrar a felicidade nas mais pequenas coisas e isso é o suficiente. Quer dizer, quero ser sempre um pouco mais feliz que no dia ou no momento anterior, mas se eu nāo souber sê-lo com as coisas pequenas haverá algo suficientemente grande que me venha a satisfazer? Provavelmente não!
Quero muito realizar o futuro que há muito sonho, mas que só há uns meses tive a coragem de começar a traçar. É que não basta sonhar, é preciso arregaçar as mangas. Levei tempo, é verdade, mas nunca é tarde. 
Quero cuidar mais de mim, processo tantas vezes interrompido por desleixo, preguiça ou sei lá que outra desculpa esfarrapada. E cuidar de mim é, também sinónimo, de baixar a guarda e deixar que o façade por e para mim. 
Quero aprender a diminuir o tamanho da "minha bolha". Isto significa sair da minha zona de conforto mais do que aquilo que possa parecer. Não tem sido fácil e cada milímetro é uma vitória!
Para já, e me termos um pouco vagos para quem me lê é isto.
Com certeza voltarei aqui para editar este post, pois para já vou-me sentar e pegar não caneta para escrever a sério o que quero atingir neste ano de 2015. Até já!

Pano p'ra Mangas

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