domingo, 25 de setembro de 2016

DeFaro Cereais: Se és de Faro...


...és farense! ou "assim-assim", como é o meu caso. É sabido que tenho a alma, o coração e uma costela a Norte - e um dia destes vou PARA lá - , mas não posso negar a minha naturalidade - nem o meu sotaque, deixava - e encho-me de orgulho quando algo de bom nasce ou acontece em Faro, como a deliciosa granola que hoje vos apresento.


"defaro cereais" saiu das mãos de um jovem casal que decidiu trazer para a luz do dia algo que pratica em casa: a alimentação saudável. Começaram por fazer granola para consumo caseiro, uma vez que a que se encontra nos supermercados é cheia de, entre outras coisas, açúcar! Do consumo caseiro ao "vamos lá dar isto a conhecer" foram dois meses para que a fórmula perfeita fosse apurada e fez ontem três semanas que a granola defaro está acessível à distância de um clique.

Fiquei a saber da sua existência através de uma amiga que partilhou uma foto no facebook e o que, num primeiro instante, me captou a atenção foi a embalagem e o rótulo: tem um ar giro e de coisa séria, bem pensado e melhor executado. Se a embalagem é assim...como seria o conteúdo? Após uma breve troca de mensagens ontem chegou-me - entregue em mão! (que luxo!!!) a tão desejada granola e se o exterior é atractivo, acreditem que o interior é delicioso. A combinação de ingredientes é perfeita e equilibrada e o toque doce do mel com canela é qualquer coisa de especial.

Numa breve conversa fiquei a saber que os ingredientes usados são adquiridos na região, maioritariamente no mercado municipal, o que faz com que no final estejamos a contribuir para a manutenção do comércio tradicional. Ahhh, e melhor ainda: na zona de Faro, Olhão e Loulé as entregas podem ser feitas pessoalmente em local a combinar - pode-lhes sair mais caro, mas ficam a conhecer os clientes e esta é, sem dúvida, uma forma de os fidelizar.


Agora, é evidente que a granola, apesar de saudável, não pode ser consumida como se não houvesse amanhã, por isso há que se ser moderado!!!
Para uma primeira prova juntei iogurte, groselhas e mirtilos - joguei pelo seguro! mas numa próxima vez hei-de adicionar ao iogurte um pouco de matcha e talvez acentuar o toque da canela. Em breve estará disponível uma variante com avelãs e chocolate que também vou querer experimentar :-)

Pano p'ra Mangas
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domingo, 18 de setembro de 2016

Colar de trapilho


A última vez que estive no atelier foi há umas semanas para o arrumar - ou pelo menos dar-lhe um ar menos desarrumado, pois onde proliferam os objectos pequeninos a arrumação é quase impossível! 
Há uns dias voltei lá para o "estrear"- confesso que já tinha saudades... é daqueles lugares onde estou sem estar, onde faço planos e onde desenho o futuro - e pegar num material que estava colocado de parte há anos: trapilho!!! Acho que desde a última Feira da Serra que não o usava - na altura apanhei uma overdose e nunca mais o consegui nem trabalhar, nem usar o que quer que fosse de trapilho. Dei-lhe tréguas e fiz um colar para mim e outro para a minha mãe. 
Trapilho e algumas flores de tecido foram o suficiente para criar algo alegre para os dias mais cinzentos que se avizinham. Cores quentes, que tenho a certeza, ficarão a matar em cima de uns básicos.


Além das fotos, que tirei no final, fui gravando, com o iPad, o processo para o caso de quererem fazer algo parecido. O video ficou um pouco longo, mas não consegui encurtá-lo mais e depois do trabalhão que tive a editá-lo (ou a fingir que o editei...) tinha mesmo de o partilhar. O meu OBRIGADA antecipado se tiverem paciência para o ver.



Pano p'ra Mangas
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domingo, 11 de setembro de 2016

Só porque ela pediu muito...


Digo, repito e volto a repetir: eu não sou fotógrafa nem faço sessões fotográficas, como já me têm pedido, mas quando se tem a afilhada mais linda do mundo que pede com todo o jeitinho e um sorriso irresistível: "Madrinha, tira-me umas fotos..." é óbvio que eu não consigo - nem posso, como madrinha - negar-lhe este miminho. 

Assim, há dias lá fomos nós para os arredores da cidade. Entre muitas e muitas fotos - e como não sou fotógrafa! - aproveitei uma boa meia dúzia, pois isto de fotografar pessoas não é mesmo a minha praia, nem mesmo sendo alguém que me é tão próximo. 

Por norma, nas imagens que aqui partilho não faço uso de grande edição: luz, contraste, temperatura... e that's it! Contudo desta vez arrisquei o uso de alguns pre-sets - confesso que não sou fã deste tipo de edição e quando vejo profissionais que o fazem, torço logo o nariz - para disfarçar imperfeições  - lá está, um bom fotógrafo não precisa disto! - e porque sei que ela gosta destas "mariquices". Partilho aqui algumas fotos, com a devida autorização de entidades altamente superiores :-)

O resultado? Agora tenho-a à perna para lhe enviar as fotos todas, mas eu como sou uma madrinha muito má vou enviá-las "às pinguinhas" só para a fazer sofrer eheheh Com madrinhas assim, ninguém precisa do diabo por perto!


Nota: para a edição de imagens, uso uma versão já antiga do Lightroom e quanto aos pre-sets já nem sei onde os arranjei, mas lembro-me de ter feito uma pesquisa no Pinterest e ter encontrado alguns gratuitos. Como isto já foi há algum - muito - tempo, é natural que já haja outros diferentes e "melhores",



Pano p'ra Mangas
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domingo, 4 de setembro de 2016

A culpa é da Rita!


Quase por acaso fiquei a saber que a Rita viria a Portimão para dois workshops de "gordices". A mãe que é super-fã dela ficou entusiasmadíssima e depois de muitas indecisões decidiu que iria fazer o de Sobremesas Rápidas e Fáceis, pela hora e porque ainda não explorámos convenientemente o livro Sobremesas 5-5-5

Perguntarão: tendo o livro, valerá a pena o workshop? Vale sempre a pena! Aprende-se sempre qualquer coisa - há dicas, ideias, truques que são partilhados entre quem participa, que deixa cada um mais rico à saída do que no momento em que entrou na sala de formação. Acreditem que me arrependi de não me ter inscrito no de Gelados, que decorreu de tarde, apesar de no ano passado ter feito imensos gelados do primeiro livro da Rita : A Vida Secreta dos Gelados Caseiros. O próximo não me escapa!

Obviamente quem hoje meteu a mão na massa fui eu e fiz umas bolachas recheadas, que têm como base uma massa de bolachas de manteiga à qual se acrescenta um pouco de compota. O resultado é: delicioso! Ao contrário do que aconteceu com os gelados no ano passado, que os fazia e nem sequer lambia a colher, hoje concedi-me o abuso de provar as bolachas - agora vou ter de esquecer onde estão guardadas, caso contrário vai ser difícil resistir à tentação. Documentei o processo com fotos (algumas desfocadas, ou focadas no sitio errado - é que cozinhar com uma mão e fotografar com a outra não é pêra doce!!!)


Podem seguir a Rita Nascimento no blog, no youtube - onde às quintas-feiras há videos novos com receitas diferentes e super divertidos, no instagram e no facebook. E para quem não sabe, a Rita tem uma aliada de peso, a Cristina. E o que acontece quando duas pessoas que explodem talento e criatividade se juntam?

Pano p'ra Mangas
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quinta-feira, 1 de setembro de 2016

1 de Setembro: Dia da Bailarina


De repente dou por mim e já passaram mais de duas semanas sobre o último post.
De repente dou por mim e ... para onde foi Agosto? (não é que o desejasse de volta, mas...)
De repente dou por mim e é Setembro!
De repente dou por mim e é Dia da Bailarina.

Vamos por partes: o calor atrofia-me as ideias e o raciocínio. Aqui dentro só corre uma aragem quente que diz: praia, sol, mais praia e mais sol! Como tenho a sorte de poder fazer horários trocados, as manhãs e algumas tardes têm mesmo sido de sol, areia e mar - e este Verão o mar tem estado...sopa! autêntica sopa!

Agosto? Aquele mês adorado por uns e odiado por outros... foi-se! Fugiu para norte e, se não me engano, só o teremos de volta dentro de um ano.

Setembro? Ahhh Setembro! O meu mês, por excelência. Aquele em que celebro a (minha) passagem de ano - sem fogos de artifício, é certo, mas com planos e forças renovadas. Ainda não pensei bem o que vou querer para os 42, pois tenho de estabelecer uma ordem, prioridades, etc. etc. etc. 

Há algo que quero muito e à qual vou dar continuidade: o ballet! Sem dúvida que foi uma das minhas opções felizes dos 41. Se há um ano me dissessem que iria praticar uma actividade física com regularidade e tanto afinco, eu responderia com qualquer coisa como "Isso só pode ser brincadeira!", mas o certo é que me inscrevi nas aulas para celebrar os "menos 14" e não mais o deixei - faz bem ao corpo e à alma!

A sério, a sério, quais os benefícios que tiro desta prática?

- tem-me ajudado na coordenação motora: é difícil, mas dificilmente desisto; quando não consigo fazer os exercícios à primeira barafusto comigo própria, fico arreliada, cruzo os braços para depois voltar ao início - não é à primeira? Paciência! Há-de ser à décima sexta!
- é relaxante - apesar dos momentos de irritação por não conseguir saltar, ou esticar a perna, ou trocar os braços, a cabeça e tudo o resto, as aulas são onde não penso em mais nada - é que não há qualquer hipótese.
- sinto-me muito mais flexível e mais leve - embora ainda haja momentos em que me sinto um elefante a aterrar num bloco de cimento fazendo-o estremecer, dobro-me melhor, estico-me mais e já enfiei na cabeça que até ao final do ano estarei a fazer a espargata (...a ver vamos!)
- enfrentar o medo - sim, o medo! Há momentos em que é deveras assustador calçar as pontas e andar sobre elas. Pela cabeça passa o medo de me desequilibrar, o medo de torcer o pé, o medo de cair e me magoar. Temo pelos meus joelhos e tornozelos, pelas câimbras que me paralisam as pernas ... É um medo que vai, mas que volta.

Por fim, cumpri o sonho não de ser bailarina, mas de dançar ballet com tudo o que a alma, o coração e o corpo me permitem. Cumpri o sonho de vestir um tutu (que por sinal já me está grande...) e de pisar um palco - o palco mais bonito da cidade de Faro. 
Daqui levo a certeza que para onde quer que a vida me leve e onde quer que esteja no futuro, o ballet irá comigo e darei continuidade a este mimo - sim, esta é, também, uma forma que encontrei de me mimar.
E mesmo sem ser bailarina, termino este post com um Feliz Dia da Bailarina!

Pano p'ra Mangas
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terça-feira, 16 de agosto de 2016

#afingirquesouumblogdemoda : do xl ao m


Há dias disseram-me algo que me deixou a pensar: "A Margarida agora até parece que se veste melhor!". O que posso dizer sobre isto? Bem, eu sempre me vesti de uma forma simples e houve alturas em que "desde que servisse" já estava bom: jeans, t-shirts, vestidos "larguinhos", camisas, casacos abaixo do rabo, camisolas largas para "disfarçar"... e por aí fora. Nos cabides das lojas ficavam pendurados aqueles vestidos, casacos ou saias de que eu mais gostava, ora porque não havia o meu número ora porque me ficavam mal.

Ao longo deste quase ano e meio, a minha grande conquista foi mesmo ter vestido uns calções sem que parecesse um barril com pernas e este ano, por não encontrar outros com uma altura decente, acabei por comprar uma mini-saia - serve para a praia, para a cidade...na verdade serve para tudo, desde que tenhas uns sapatos rasos. E como é óbvio começou a dar-me um gozo imenso entrar na Zara ou na Mango e, na maioria das vezes, levar tamanhos M para os provadores - às vezes levo três ou quatro peças diferentes só para experimentar e constatar que me servem!


Na realidade não comprei muita roupa, pois t-shirts e vestidos "sem forma definida" visto-os sempre, mas quando vou às compras tenho em atenção alguns aspectos:

- blusas, t-shirts, camisolas: evito as largas, pois são meio caminho andado para perder o controlo, uma vez que nunca deixam de servir...
- vestidos: independentemente do comprimento, não podem ficar colados ao corpo; prefiro os que caiam a direito ou ligeiramente em A para não vincar a anca, que como boa portuguesa é larga!!!
- calças: raramente visto calças no Verão, por isso também não as compro, ainda assim prefiro calças de tecidos mais estruturados do que fluidos - como a seda ou o algodão - porque gosto de sentir a barriga "aconchegada" - faço-me entender?
- calções: não encontrei nenhuns do meu agrado, pois o que vi por aí era tudo demasiado curto e/ou demasiado justo - gosto daquele espaço vazio entre a perna e o tecido :-)
- casacos: ora aqui está outra peça que também não compro no Verão mas onde consigo ser mais versátil - largo em cima de roupa mais justa, pelo joelho e cintado para o inverno, e na estação que vai entrar não me vai escapar um biker jacket que ando a namorar há séculos...
- sapatos: raramente saio do rés-do-chão, a não ser que a situação assim o justifique, se bem que no carro seguem sempre umas sabrinas ou algo confortável para conduzir
- cores e padrões: prefiro os lisos e não me façam vestir malhas mescladas (gosto delas na mão, mas não aprecio depois de vestidas). Quanto aos estampados também os visto, aliás - sempre os vesti!

O melhor disto tudo? É que as peças que outrora ficavam penduradas e nem me atrevia a pegar nelas, agora levo-as comigo para o provador!!!! Ainda tenho um longo caminho a percorrer, e para já estou a aprender a viver neste novo corpo.



Posso dizer que é um "admirável mundo novo", onde as opções se multiplicam e onde eu me sinto muito melhor.
Obrigada por me acompanharem neste percurso e por celebrarem comigo cada vitória.

Fotos:
Carteira: Stradivarius (tirada à socapa pela minha amiga Mónica)
Vestido, macacão e biker jacket: Mango
Sabrinas: Josefinas

Nota: para este post não existiu nenhuma parceria com as marcas indicadas.

Pano p'ra Mangas
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domingo, 7 de agosto de 2016

Going Wild and on Fire


Fazer uma refeição completa ao jantar é algo quase impensável, mas perante o convite para experimentar o benjamim da “familia” Parrilla, o Wild Fire na Vila Sol (Quarteira-Vilamoura), esqueci o impensável  e tornei-me WILD num dia quente como FIRE .




Quem aqui vem com a ideia de que é mais um “restaurante de bifes” – no sentido lato da palavra, isto é, carne! – está redondamente enganado.  Sim, os bifes estão no menu e são parte importante do mesmo, mas não estão sozinhos pois há pratos para os mais variados paladares – não tendo sido os vegetarianos esquecidos (o risotto de arroz selvagem fumado é, simplesmente, divinal!).
Ao analisarmos o menu percebemos que grande parte dos pratos aqui servidos ou é grelhado, ou fumado ou assado e fumado. Sim, assado e fumado! Esta é uma – entre várias – característica que afasta o Wild Fire das habituais steakhouses e o torna ainda mais especial. Tudo pode ser fumado: carne, peixe, legumes, frutas (a que é que vos soa “morangos fumados”? pode parecer estranho mas é mesmo muito bom!).



Além deste factor, digamos, “exótico”, há outros que marcam a diferença:

- no que diz respeito aos alimentos, quer a carne bovina vinda do Uruguai é de produção biológica certificada (“never ever” é o lema deste grupo o que significa que carne provém de animais criados ao ar livre que nunca receberam hormonas, factores de crescimento ou antibióticos). Quanto aos restantes alimentos - do mar e da terra tenta-se que seja tudo o mais natural possível.

- por muito que procurem há algo que aqui não vão encontrar; algo tão comum no nosso dia-a-dia que até causa estranhamento: microondas! (pensavam que ía falar da Bimby? Wrong!!!)

- há uma zona exclusiva para crianças, onde estão sempre presentes duas animadoras que olham por elas e as mantêm ocupadas com desenhos, filmes, pinturas faciais, … Familias são bem-vindas e não precisam de vir com iPads e afins para ocupar os filhos, uma vez que estão previstos entretenimentos muito mais criativos.


- o serviço de excelência, que começa ainda antes da chegada ao restaurante (durante a tarde, a central de reservas telefona aos clientes para confirmar a presença nesse dia), passa pelo acolhimento na recepção e prolonga-se até à despedida. Previsão e antecipação são duas palavras que fazem parte desta equipa para que qualquer cliente, a qualquer hora, em qualquer mesa tenha sempre o melhor serviço. Todos primam pela simpatia e cordialidade e posso até dizer que os sorrisos fazem parte do menu de uma forma muito natural.


A noite estava quente, por isso tinha uma mesa reservada no terraço e olhando à volta este é um espaço que faz jus à expressão  al fresco fine dining . O ambiente é smart casual (por favor, não apareçam lá de chinelos de praia…) e a música ao vivo dá-lhe um ar ainda mais agradável. Existe uma zona lounge onde se pode estar antes ou depois do jantar e saborear um dos deliciosos cocktails preparados no bar. Recomendo o Mojito Apasionado ou um Martini Cocktail.

Já com a carta na mão as minhas  papilas gustativas entraram em acção. Escolhi peito de pato. Para acompanhar um delicioso arroz selvagem e uns legumes  - tudo isto, directamente do josper para o prato. Fiquei tentada pelas batatas fritas, mas achei melhor esquecê-las - afinal tinha de ter barriga para uma sobremesa (Baked Alaska foi a minha escolha: gelado de baunilha caseiro, compota de morango e pão de ló, tudo assado no forno com suspiro...e quem suspira sou eu!)
Quando os pratos começaram a chegar à mesa fotografei-os, não só para os recordar, mas também para vos mostrar que não estou a mentir.




Hei-de lá voltar no Inverno, num dia frio e chuvoso pois o interior é altamente apetecível. A decoração é moderna e acolhedora - as cores, os materiais, as formas, a luz - e quero fotografar a lareira acesa (parece-me uma boa desculpa…).
Só para terminar este já longo post, quero agradecer ao Wildfire pelo convite, por toda a amabilidade e carinho com que fui tratada. Gostei. Gostei imenso! E quem me conhece sabe que se eu não tivesse gostado não teria escrito nem metade - sendo que fica muito mais por dizer. Para ficarem a saber mais terão de lá ir e viver esta experiência.

...e porque as fotos são mesmo muitas, compilei mais "meia dúzia" no slideshow abaixo. Se ainda estiverem por aí e tiverem paciência, deliciem-se!


O grupo na web:

Créditos das imagens: umas são minhas e outras da minha partner in crime - a minha irmã, pois estando cá de férias, acompanhou-me nesta experiência, pois se não fosse ela e com ela o PpM não existiria. Obrigada, mana 



Pano p'ra Mangas
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