sábado, 25 de abril de 2015

Flow Magazine


Desde há muitos anos que sou uma ávida consumidora de revistas - na realidade é um mal de familia e e que já vem de gerações anteriores - e com os anos tenho-me tornado cada vez mais exigente, não só porque as revistas são caras (e é preciso seleccionar o que comprar) mas porque actualmente há tanta informação na internet disponível gratuitamente, que se não me trouxer nada de novo é uma razão mais que suficiente para eu não a comprar. Por isso comecei a adoptar o sistema: "less is more".
Não quero parecer pretensiosa, mas as publicações nacionais não me satisfazem (é rara aquela que me enche as medidas) nem em conteúdo nem em imagem - a sério, onde é que as pessoas que fazem estas revistas vão buscar referências? O styling das fotos chega a ser desesperante e de arrancar os cabelos, mas quem sou eu para os julgar, pois não sei com que "agulhas se cosem" (orçamentos, regras, ... sei lá). Durante muito tempo comprei a Mollie Makes, que continua a ser deliciosa, mas além de cara já não me traz grande novidade. O mesmo aconteceu com a Marie Claire Idees - acho que quase todas as ideias que vi no último número que comprei já as tinha visto no Pinterest...
Agora - sim, agora e "até que o sempre durar" - o meu foco é a Flow International. Tem um preço de capa em Portugal de aproximadamente €15,00 (sim, é cara!!!!) e sai de 3 em três meses ( se fizermos as contas caso compre uma revista de treta todos os meses acabo por gastar o mesmo dinheiro...). Tenho quatro dos últimos cinco números e têm assunto que não se esgota. Leio-as de fio a pavio e volto a elas vezes sem conta, quer pelas imagens inspiradoras, quer pela linha que ficou por ler, quer pelas referências que acompanham cada artigo. Cada número vem acompanhado de um pequeno conjunto de freebies deliciosos - e os quais eu não consigo usar/estragar...
Alguns dos meus seguidores  perguntam-me no Instagram se vale a pena comprar. Se forem como eu, claro que sim, até porque esta publicação tem assuntos tão variados como fotografia, culinária, ilustração, mindfulness, coaching ou desenvolvimento pessoal - é um mix delicioso, pois junta vários assuntos de que gosto num lugar só.
A revista pode ser comprada online ou nos bons quiosques e livrarias espalhadas por aí. Se eu, em Faro a consigo encontrar, acredito que o mesmo acontecerá, pelo menos nas capitais de distrito.


Acho que a primeira vez que falei da Flow foi há quase um ano e não há muito tempo também escrevi sobre um artigo que me chamou a atenção - relacionado com desenhos/retratos de pessoas.

Pano p'ra Mangas

terça-feira, 21 de abril de 2015

Manteiga de amendoim


O feed do meu Instagram é inundado, quase diariamente por fotos de sumos detox, sementes disto e daquilo, papas de aveia de todos os sabores e feitios e, ultimamente, manteiga de amendoim (ou alcagoita como se diz aqui pelo sul). Curiosa como sou gosto de experimentar coisas novas, especialmente para saber do que falo sem ser só teoria e por isso hoje cheguei a casa e estive a fazer a dita manteiga. A manteiga de amendoim é considerada por alguns sites e especialistas um super-alimento pelo facto de ser muito rico em nutrientes e também bastante energético, por isso é necessária moderação no seu consumo...se é que me faço entender! Eu sei que não o devia ter feito, porque se faço como, mas o bichinho da experiência falou mais alto...
Não encontrei amendoins de cultura biológica à venda, mas para os restantes ingredientes usados não dispensei o carimbo "bio". Apesar  terem um preço que não me permite tê-los todos em casa e muito menos consumi-los com a regularidade desejada, de vez em quando faço uma extravagância e aposto em algo diferente. Há umas semanas comprei uma embalagem de Matcha Green Tea e ontem passei pelo supermercado e trouxe Óleo de Côco e Açúcar de Côco para juntar aos amendoins e fazer a manteiga.


Usei a Bimby na confecção da manteiga, mas acredito que qualquer outro processador sirva para o efeito. Se experimentarem, contem-me como ficou, ok?

Pano p'ra Mangas



segunda-feira, 20 de abril de 2015

Não, eu não sou fotógrafa!


Se eu ganhasse notas de 50 por cada vez que me perguntam se sou fotógrafa, por esta hora estaria rica. Sim, teria a conta bancária bem recheada, acreditem! Mas a esta pergunta a resposta é sempre a mesma: Não, eu não sou fotógrafa, apenas tenho uma máquina fotográfica! (que não sendo das melhores, também não é nada má e é "melhor que boa" para aquilo que eu faço e já conta mais de cinquenta mil disparos...).
No entanto não posso negar que gosto de fotografia e que, modéstia à parte, até tiro umas fotos giras e que com o passar dos anos tenho vindo a melhorar (se não acreditam vejam aqui um exemplo dos primórdios do blog: Fev.2006 ou Fev.2007) - a custo de muito "faz e desmancha", "experimenta", "lê sobre o assunto", "observa como se faz". Felizmente tenho a sorte de ter como amigos (muito) bons - aliás, excelentes! - fotógrafos com quem tenho aprendido imenso - não é que lhes faça muitas perguntas, mas observo os resultados dos seus trabalhos, fico a pensar como é que conseguem algum detalhe que me chama a atenção e depois experimento - e o certo é que às vezes fico lá próximo, ainda assim a milhas, pois o "olho" e a "magia" de um bom fotógrafo não se consegue nem imitar nem roubar.
Gosto de fotografar objectos, coisas de nada (como penas que encontro espetadas na areia da praia, por exemplo), flores, comida e detalhes.Chego a comprar ou fazer coisas só para tirar meia dúzia de fotos (como estes marshmallows em forma de coração). Não gosto de fotografar pessoas, nem paisagem - quer dizer, não é que não goste...mas é completamente fora da minha zona de conforto, especialmente no que toca a pessoas. Acho sempre que falta qualquer coisa, que não está bem, que não é assim (o que quer o "assim" seja).
Por tudo isto, volto a repetir: eu não sou fotógrafa! Não me peçam sessões nem orçamentos... Se quiserem sessões de familia, batizado, casamento e afins contratem um fotógrafo a sério, dos bons, daqueles que sabem o que estão a fazer, daqueles cujas fotos são minimamente editadas  e não precisam de filtros para ficarem bonitas e uniformizadas - porque são boas à partida!, daqueles que vos captam não só o momento mas a alma, daqueles que fazem magia a cada click .Porque como eu costumo dizer:

Photography is poetry written with the eyes*

(* e nem todos os poetas têm a audácia, o engenho e o talento de Pessoa, Eugénio de Andrade ou Sophia)

Nota: Se quiserm o print usado neste post, enviem-me um e-mail. It's free!

domingo, 19 de abril de 2015

#themorningissue


O tempo foge-me das mãos como a mais fina areia da praia e hoje, dei por mim a pensar (não, não foi o típico: "amanhã já é segunda outra vez!!!): há uma semana que não venho ao blog ... nem de visita!!! A verdade é que o facto de o Instagram ser imediato, acabo por estar mais presente por lá. Mas não é a mesma coisa: faltam-me as palavras, falta-me o processo de escrita de que eu gosto tanto, das palavras simples que toda a gente consegue ler sem recorrer ao dicionário, do "falar sem ser ouvida" - se é que me faço entender...

Hoje partilho convosco as fotos desta semana onde já dei uso à minha nova "mesa" - a mesma de que vos falei há dias e que me ocupou uma tarde de Primavera aqui à soleira da porta. Como sempre vou buscar o que tenho à mão e onde os meus olhos param em primeiro lugar. Normalmente não penso muito antes de compor a mesa, até porque o faço de manhã ao pequeno almoço e tempo a essa hora é coisa que não abunda.
Aproveitei também para fazer umas experiências com o leite de aveia, que normalmente bebo quente com canela, mas que com a temperatura a subir já apetece fresquinho. Não fui ver as receitas a nenhum livro em particular nem a nenhum site e fi-las com base na minha experiência de "fazedora-de-batidos-desde-que-era-miúda" - afinal um batido não é rocket science e na minha óptica não é preciso ser-se "chef" para fazer disso um um galardão ou uma medalha de mérito. E como eu não sou chef, nem tenho um blog de culinária, aqui ficam as minhas misturas simples e saborosas:

Batido cor de rosa
1 copo de bebida caseira de aveia
meia dúzia de morangos
um pouco  de gengibre fresco ralado
canela para polvilhar

Batido verde
1 copo de bebida caseira de aveia
1 quivi maduro
1 pitada de chá matcha
canela e sementes de chia para polvilhar

Batido roxo
1 copo de bebida caseira de aveia
30 gramas de mirtilos
1/maçã vermelha

Pano p'ra Mangas

domingo, 12 de abril de 2015

Não há duas sem três...


...e ainda há-de haver uma quarta e talvez uma quinta.
Do que falo? Daquilo que nas minhas fotos muitas vezes parece ser uma mesa, mas não é...
Na falta de uma mesa de madeira, daquelas à antiga cheias de história e de charme, tive eu de criar algo que se assemelhasse e por isso em Fevereiro do ano passado arregacei as mangas e armei-me em carpinteira, e dessas carpinteirices saiu a primeira base feita de tábuas aproveitadas de uma palete. Deixei-a em cor natural, apenas acentuada por uma leve camada de cera. Uns meses mais tarde, fiz uma branca e hoje deitei novamente mãos à obra e construí uma cinzenta.
É uma vantagem enorme viver num lugar onde tenho espaço ao ar livre para poder dar azo a estas minhas bricolages, pois se vivesse num apartamento não teria condições para tal.
O que é que usei? Fácil! Cada uma destas bases leva meia palete de madeira, alguns pregos e tinta. Usei, ainda uma serra tico-tico e uma lixadeira. Quanto à tinta, não sou especialista na matéria, tanto que a primeira base branca pintei-a com tinta de parede que tinha em casa eheheh e a cinza com uma da marca Luxens que comprei no AKI.

A esta altura alguns de vós já estarão a pensar "ahhh afinal aquela mesa não é uma mesa a sério!". Pois é, lamento desapontar-vos, mas como diz o ditado: "quem não tem cão, caça com gato" :-)

Pano p'ra Mangas



quinta-feira, 9 de abril de 2015

Bateria portátil


Falar comigo ao telefone pode ser uma verdadeira dor de cabeça - que o digam os meus amigos que raramente conseguem à primeira tentativa. Há várias razões para isto acontecer: uma delas tem a ver com o tempo que passei em Londres - como raramente alguém me telefonava (era eu que fazia as chamadas por ser muito mais barato) desabituei-me de andar com o telemóvel à mão; além disso andava sempre com ele em modo silencioso, e assim continuo, pois quando estou a trabalhar tenho por norma não atender chamadas. Depois... bem, depois é a bateria: não dura nada! e por isso anda muitas vezes desligado. Como tal resolvi comprar um carregador portátil - parece que sou a única pessoa no "meu" mundo que não sabia da existência destes pequenos aparelhos...ooppsss, mas o "problema" já está resolvido.
Na Box do Jumbo vendem carregadores dos mais variados preços e alguns com um design bem apetecível e com umas cores lindas, mas eu (aliada à minha forretice) comprei o mais baratinho - não era tão bonito, mas nada que não se resolvesse :-) Por ser totalmente branco não foi difícil: tesoura, washi tape, 10 minutos et voilá um carregador novo e diferente de todos os outros.

O que acham? Ficou giro, não ficou?

Pano p'ra Mangas


segunda-feira, 6 de abril de 2015

Abacates recheados


O que fazer com um cesto de abacates? E todos a amadurecer ao mesmo tempo? 
Vai-se ao Pinterest... e descobre-se o quê!  Desengane-se quem ainda pensa que o fim deste fruto é apenas em guacamole ou temperado com limão e acúcar - há mil e uma possibilidades entre doces e salgadas. Há uns dias guardei umas quantas receitas que fiquei com vontade de experimentar e hoje foi dia de colocar uma em prática - com algumas alterações, mas que de antemão eu achei que iriam resultar: abacates recheados! 
Esta receita é super fácil de fazer e rápida também. Numa próxima oportunidade hei-se acrescentar tomate cortado em cubinhos e pinhões...


Pano p'ra Mangas
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