sexta-feira, 6 de março de 2015

Em casa de ferreiro...


... nem sempre o espeto é de pau! Apesar de muitas vezes adiar sem fim algumas coisas que quero fazer para mim - chego a adiar tanto que me esqueço delas... - outras há em que me lembro que "preciso" de algo e atiro-me de cabeça. Hoje, num intervalo a que se juntou a hora do almoço, magiquei que iria fazer uma capa para o meu iPad, pois a que fiz inicialmente está a precisar de ser lavada, e fiz! Fiz, tirei fotos e ainda consegui gravar um video, que me deu muito mais trabalho que o restante processo, e já está a uso. Dito assim e visto à distância de umas horas até parece fácil, mas acreditem que só com duas mãos às vezes é um desespero.
No entanto, ficou gira, não ficou? O tecido plastificado ficou com um ar um pouco amarrotado por causas das voltas e reviravoltas, mas com o uso volta ao lugar e não tarda nada fica direitinho.  E sim, se alguém estiver interessado numa semelhante pode enviar-me um e-mail para o sítio do costume.

video
Pano p'ra Mangas

segunda-feira, 2 de março de 2015

E-books


Desde miúda que adoro livros e isso não é novidade para quem me acompanha aqui no blog. Era bem pequena quando tive de passar uma temporada no hospital, em regime de isolamento, e estes eram a minha única companhia - chamavam-me a "papa livros", pois todos os dias os meus pais me renovavam o stock, uma vez que os lia todos de seguida. Mais tarde, na universidade descurei um pouco o prazer da leitura, talvez porque fosse "obrigada" a ler mais do que o meu tempo permitia e só algum tempo depois recuperei essa vontade de ler apenas porque me apetecia. Lembro-me de ter lido uma série de clássicos cuja imaturidade nunca permitiu que o fizesse nos anos do Secundário e foi aí que me perdi de amores por alguns dos nossos grandes escritores como Almeida Garrett ou Eça de Queirós.
Gosto de folhear e sentir o cheiro de um livro acabado de comprar. Gosto de os tactear e sentir nas pontas dos dedos a textura do papel e de alguns relevos que possam existir. São pequenos grandes prazeres que não consigo explicar, apenas sentir. E quando os leio tenho sempre um lápis na mão com o qual faço anotações nas margens, sublinho passagens e até rabisco alguns desenhos - e é esta uma das principais razões pelas quais não gosto de emprestar livros (há anotações demasiado pessoais...) nem de pedir emprestado (não lhes posso passar "o meu testemunho").
E porque gosto de experimentar sensações novas, há umas semanas arrisquei sair da minha zona de conforto e apostei em dois e-books! Não chegou um. Tive de comprar dois! Estou quase no final do primeiro ( e recomendo)  e de seguida passarei para o outro. É evidente que, embora possa sublinhar e tomar notas, não é de todo a mesma coisa. Nem pensar... Falta-me, sem dúvida, a parte sensorial do prazer de ler (embora nenhum destes livros se leia como um romance, mas mais como manuais...) seguida de um fechar de livro final, de o colocar na estante e de lhe dizer "até à próxima!"

Agora gostava de saber a vossa opinião. Qual a vossa experiência como leitores? Preferem os novos suportes digitias ou ainda carregam na mala 600 páginas de papel por puro prazer?


Pano p'ra Mangas

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Ser feliz todos os bocadinhos da tua vida


Dar parte fraca.
Baixar os braços.
Virar as costas e deixar ir.
Escolher outro caminho.
É isto coisa de fracos? Não. Por vezes é preciso ter a coragem para parar de querer, de lutar, de ser obstinado por algo que, afinal, não te está destinado.
Diz o ditado que "dos fracos não reza a história". Mas será desistir, fraqueza?
Teres a coragem de desistir é, antes de mais, permitires-te respirar, olhar à volta e ver - com olhos de ver! - as mil e uma outras possibilidades que podes agarrar. E isto, só aos mais fortes é permitido. Se o consegues fazer, PARABÉNS, estás entre eles!
A luta desmedida termina, algumas vezes, em obstinação. Em cegueira. Em dor. Em frustração. E em pena... em pena de ti próprio. E não há pior sentimento que esse.O de sentir pena.
Desistir não é ficares parado a aguardar que o futuro aconteça. 
Desistir é mudar de direcção e agarrar todas as oportunidades que tens à tua volta em vez de ficares a remar contra uma maré que não é a tua.
É desistir. Para seres FELIZ todos os bocadinhos da tua vida.

Pano p'ra Mangas

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Retratos...ou qualquer coisa parecida


Não fosse um artigo que saiu no mais recente número da Flow International e quase de certeza não estaria a escrever este post.
O artigo em questão aborda o tema dos "novos retratos" que se por um lado se afastam da realidade visível, por outro são tão realistas que é impossível - pelo menos aos retratados - não se reconhecerem neles. As linhas não têm de ser perfeitas, as formas também não. Bastam-lhes traços de personalidade que os tornam únicos. E são lindos!
E onde é que entro eu nisto? Não entro, simplesmente! :-) Apenas foi coincidente com uns "retratos" (que ousadia a minha chamar-lhe isso) que tenho feito à laia de brincadeira e que me têm valido umas sonoras gargalhadas. Tudo começou há aproximadamente três semanas quando me desafiei a mim própria desenhar um amigo, com base numa foto que me enviara. Bonecos rabisco muitos, agora pessoas???? Gosh! Isso é outro nível e confesso que não pensei ser capaz, mas... fui! Desde então não tenho parado e o que mais tenho feito são uma espécie de auto-retratos (nos quais acho que só eu me reconheço, mas quem se importa?). Já rabisquei a familia e duas ou três pessoas que estão, normalmente comigo. O resultado roça o hilariante :-D
Tal como nos desenhos que fiz alusivos ao Dia de São Valentim - e que foram um sucesso de envios! (obrigada a todos os que mos pediram) usei apenas o iPad, os dedos e duas aplicações diferentes: a Bamboo Paper e a Paper 53. Se tiverem curiosidade descarreguem-nas da App Store e experimentem. Vão ver como é divertido!


Para verem os verdadeiros retratos feitos pelos verdadeiros artistas referidos na revista, podem seguir os links abaixo:

Pano p'ra Mangas

domingo, 22 de fevereiro de 2015

Cu-cu, eu ainda ando por aqui!



Desde o início do ano que o meu computador não me dá tréguas. Primeiro foi o carregador, agora talvez seja o teclado - ainda não sei ao certo, pois está na marca para diagnóstico -, e se a tudo isto juntarmos uma dose extra de preguiça para escrever, então temos o cocktail perfeito para que este blog esteja meio adormecido - ou pelo menos assim o sinto. É que nem é falta de assunto, pois tenho receitas, insights, livros e revistas, projectos e uma escapadinha de Carnaval com algumas fotos giras, mas sem a minha ferramenta principal, estou mesmo tramada!!! Entretanto podem seguir o blog no Instagram, onde vou partilhando em imagens bocadinhos dos meus dias.

...a propósito, uma pergunta para quem segue o PpM no Instagram: qual a vossa imagem preferida do último mês?  E porquê? Vá, não se acanhem...



quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Pancake Day


Normalmente faço panquecas quando me apetece, especialmente ao lanche -embora sejam bastante populares ao pequeno almoço, eu sei. A receita é sempre a mesma, não que não queira sair da minha zona de conforto, mas porque já experimentei outras e nenhuma é tão boa quanto a que fazemos cá em casa há quase 40 anos ( eu era bem pequenina quando a minha tia, que vive nos EUA, a trouxe na bagagem). As panquecas ficam altas e fofas e não murcham depois de frias. São deliciosas!!!
Anteontem, ainda em modo "ressaca" (não, não foi ressaca de alcool eheheh) do fim de semana e com a desculpa de que era Pancake Day fiz uma dose para o lanche. Como tinha buttermilk em casa, que trouxe há dias do melhor supermercado do Algarve, para não dizer do país e arredores, resolvi usá-lo em vez do leite que está na receita. Sabem o que aconteceu? Ficaram ainda melhores que o habitual!!!! Como tinha no congelador frutos vermelhos fiz ainda um coulis para acompanhar.
A sério, estas panquecas são de comer e chorar por mais. Com doce, mel, canela ou queijo... São boas de qualquer modo :-)

Receita:
1 chávena de farinha
1 chávena de leite (ou buttermilk)
1 ovo
3 colheres de sopa de açúcar
1 1/5 de sopa de azeite
1 colher de chá de fermento em pó
Manteiga qb para untar a frigideira

Bate-se tudo e deixa-se repoisar a massa durante meia hora. Numa frigideira anti-aderente passa-se a manteiga e regira-se o excesso com um papel absorvente. Com a ajuda de uma colher formar círculos de massa e deixar que cozinhem de um lado e de outro. Servir quente ou frio com compota, mel, açúcar e canela, queijo, etc

Pano p'ra Mangas

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Mr. Wonderful


Não, não se trata de nenhum post revelador em modo pré-dia-de-são-valentim! Lamento se o título do post é enganador eheheh
Trata-se apenas de um livro. Um livro giríssimo que comprei há pouco tempo e que anda comigo na mala, nem que seja para me recordar de coisas boas: Coisas nada Aborrecidas para Ser Muito Feliz! Além de páginas inspiradoras traz uma colecção de autocolantes para usar (mas que eu não vou ser capaz de o fazer) e até de umas páginas para arrancar (what????? never!!!).
Quase todos os dias não tenho resistido a fazer umas fotos que tenho partilhado no Instagram, mas como sei que nem todos os meus leitores usam o IG, hoje partilho convosco algumas dessas imagens. Tenho a certeza que se vão ver tentados a comprá-lo :-D
Além deste livro, DELICIOSO!!!, há ainda uma colecção fabulosa de outros artigos com a assinatura Mr. Wonderful e que podem ser adquiridos no site, na FNAC, ou na MADE IN PAPER. (espreitem e depois contem-me se não apetece ter tudo?)









Pano p'ra Mangas
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