segunda-feira, 24 de junho de 2019

Estar no LODO e não querer sair de lá!


O sábado passado foi, simplesmente, memorável. Vai ser daqueles dias que irei guardar na minha mais especial caixinha de memórias. Pelo dia que foi, pelos lugares que visitei e, especialmente pelas pessoas que o fizerem acontecer. 

Um dos momentos altos, para mim que adoro comer - sim, estou permanentemente em dieta, mas adoro comer! eu, pecadora, me confesso... - foi o almoço na Ostraria LODO, em Faro, na Rua Conselheiro Bivar, também conhecida - pelos mais velhos - como Rua do Chiado (isto porque os Armazéns do Chiado tiveram nessa rua uma loja). 

Mas voltemos a(o) LODO! Passo à porta muitas vezes, já lá tinha estado para ir, mas nunca tinha acontecido até ao momento em que fui surpreendida por um convite enviado pelo Miguel Gião, o proprietário, no âmbito de uma parceria com o Link Bloggers Meeting.

Aqui serve-se, essencialmente, marisco. Do bom. Aliás, do melhor e mais fresco - algum, ainda vivo antes de ser cozinhado e ir para a mesa. Ainda assim, de que serve ser bom e fresco se não for confeccionado com arte? Aqui, a arte vê-se no prato e sente-se no paladar (hummm, só de escrever sobre isto já em modo rescaldo-do-evento, as minhas papilas gustativas entraram em erupção) e é impossível ir embora sem vontade de regressar.

O almoço começou com umas gambas al guilho que estavam deliciosas, com um molho mesmo a pedir pão torrado com manteiga. Sim, molhei o pão! De seguida veio para a mesa uma boa dose das mais frescas e suculentas amêijoas à bulhão pato que estavam de comer e chorar por mais. Mais uma vez o molho a pedir pão. Ahhh desgraça! Por fim, a estrela do almoço, um xarém de lavagante que é qualquer coisa de ir ao céu e voltar a cada pedacinho que se coloca na boca!

Já não tive barriga para sobremesa! O almoço foi acompanhado de um vinho espumante que fez o pairing perfeito e encerrado com um indispensável café.

Tenho, sem dúvida, de regressar pois houve umas pataniscas de berbigão que me ficaram no goto... Vou tomar nota para não me esquecer, pois todo o menu é de deixar qualquer apreciador de marisco sem saber bem por onde começar.

Obrigada, LODO pelo convite e por trazerem à cidade um espaço muito bonito, com uma pinta do caneco e onde apetece estar e voltar! 

Obrigada Link Bloggers Meeting por este mimo que soube - literalmente - muito bem!


E como quem vai ao LODO não deve ir sozinha, arrastei comigo a Janine, a Joana, a Cristiana e a Cristina!
Pano p'ra Mangas

quarta-feira, 12 de junho de 2019

Eunitecidos: Um sonho tornado realidade

Só um grande sonho e uma enorme dose de loucura podem justificar a existência da Eunitecidos em Faro!

Não, não estou a brincar. A frase "I had a dream" aplica-se a 100% à sonhadora e determinada Eunice que, após anos de feira em feira, resolveu assentar arraiais e dar forma a um sonho antigo. A sua paixão pelo calor Algarvio - mal ela sabia que por aqui também fazia frio!!!! - ditaram que trouxesse os seus planos para Faro e, depois de muito procurar e muitas ruas palmilhar encontrou o spot perfeito em plena Baixa de Faro.

A loja, que parecia enorme quando vazia, torna-se agora pequena para a quantidade e variedade de tecidos que a recheiam.

Eu, que tinha por hábito, encomendar tecidos online, deixei-me dessas modas e passei a ser cliente desde o primeiro dia, há cerca de um ano. Aqui posso encontrar tecidos para tudo e mais alguma coisa: napas, plastificados, resinados, tecidos para quilting, para confecção... Acreditem que é uma verdadeira perdição!!! Além dos tecidos há, ainda uma panóplia de complementos: fitas, folhos, agulhas, molas, ...  É impossível entrar lá e sair de mãos vazias!

Aqui chegam clientes de todo o páis e até do Sul de Espanha e quem não está perto pode encomdar através da página do FB da Eunitecidos.

Há uns dias estive lá com a Eunice, a convite da Baixa de Faro, a escolher lycras para um biquini e um animal print para um vestido fresco de Verão. Podem ler o artigo completo AQUI. 

Obrigada, Baixa de Faro. Obrigada, Eunice pela tua simpatia e hospitalidade.



Pano p'ra Mangas

segunda-feira, 10 de junho de 2019

O impacto das emoções virtuais nas nossas vidas

É certo e sabido que quem não tem, pelo menos, uma presença numa das muitas redes sociais que proliferam por aí, é visto como "anti-social", "nerd", "bicho do mato", entre outros. Porquê? Porque desde que elas existem o normal é estar presente, aparecer, ser visto... São as "idas ao teatro" dos tempos modernos! - antigamente ía-se ao teatro para ver e ser-se visto, certo? É isso que acontece agora também, mas o ecrã serve de montra para o mundo.

Há uns meses, numa conversa sobre este assunto, alguém me perguntava: O que é que tem mais valor para ti: um bom dia dito cara-a-cara ou um like recebido numa publicação que faças numa rede? A minha resposta foi quase imediata: para mim, a primeira opção é a que tem mais valor. Contudo, se eu achava que a conversa ficava por aqui, enganei-me. A esta pergunta-seguiu-se outra: E se esse like vier de alguém que admiras ( e aqui falamos na esfera dos "influentes" - um cantor, um actor, um político, um instagrammer ou blogger, ...) e com quem não tens a possibilidade de te cruzar todos os dias? Confesso que tive de pensar duas vezes antes de responder... e da mesma forma que eu tive de pensar duas vezes, acredito que muitas pessoas também o façam ou então dêem uma resposta à laia de "Ahhh, mas isso é diferente!"

A minha resposta à segunda pergunta? Continuo a valorizar muito mais o bom dia, ainda que fugaz, o cruzar de olhos por um instante ou o abraço mais ou menos demorado que possa vir na sequência desse bom dia. Sim, o abraço. Não com todas as pessoas, é verdade - tem de haver um certo grau de proximidade, cumplicidade e intimidade para mo permitir. Eu, o bicho do mato que quase não dizia bom dia e saía de mansinho para que não dessem por mim, aprendi a gostar de abraços. 

Mas voltemos à questão: o bom dia? ou o like? Perguntinha difícil esta, não?

Um like ou uma reacção, vindos de quem quer que seja é sempre uma massagem ao ego. E quem não gosta de massagens ao ego? Eu gosto! Por que negá-lo? Às vezes sabe bem...

Já cheguei a ouvir um excitado "Já ganhei o dia!" apenas por causa de um dedinho espetado ou um coração. Como é que se chega ao ponto de "ganhar o dia" com uma coisa, aparentemente, tão insignificante? Talvez porque vivamos cada vez mais em função destes dedinhos e destes corações... 

Há quem vá às lojas, por exemplo, e compre roupa - que depois devolve - apenas para a fotografia do Instagram.
Há quem se sente em esplanadas da moda  - e nem peça sequer um copo de água  - apenas para as fotos do Instagram.
Há quem edite fotografias - ao ponto de tornas os locais irreconhecíveis - apenas para o Instagram.
Há quem viva uma vida de plástico apenas para o Instagram.

E as redes fomentam isto. Quantos mais likes, mais visibilidade. Quanto mais visibilidade, maior o sucesso (dependendo do conceito de sucesso que cada um tem...). É uma verdadeira pescadinha de rabo na boca. Há quem conte os likes. Há quem os pedinche. Há quem viva deles para alimentar o ego. Há quem, num acto de desespero, os compre... 

Não vou repetir a pergunta que me fizeram, mas deixo-vos estas:
Será que a pessoa que fez like na vossa publicação é mesmo essa pessoa? Pode ser um robot. Pode ser um gestor de redes sociais...
Lembram-se quais foram as últimas cinco publicações onde deixaram um dedinho ou um coração? Não vale ir ver ao histórico!

Pano p'ra Mangas




terça-feira, 28 de maio de 2019

Silêncio

É um silêncio ensurdecedor o que se faz sentir por aqui. As palavras teimam em não me queimar os dedos com a fúria de outrora.

Falta do que dizer? Não, não se trata disso. Muito pelo contrário. Há tanto para contar, mas também há tanto para guardar. Guardar para mim. Guardar para os que me são mais próximos. Assim, numa espécie de recolhimento, com alguns rasgos de escrita apenas nas (pa)redes sociais. Nada de relevante que mereça vir aqui parar, mas nada de tão pouco que não deva ser partilhado.

Assim, vou estando lá pelo outro lado. Ou pelos outros lados, como queiram.

Este pequeno blog está à beira dos 14 anos e nunca em época alguma estive tão ausente dele. É uma espécie de liberdade que se conquista com a adolescência. Às vezes sinto o peso de uma culpa imensa por não vir mimá-lo, como merece. Outras deixo que o mimo fique do meu lado, pois também eu sou merecedora.

Prometo voltar para a festa, que não será de arromba, pois os patrocínios nem para os convites chegam, mas haverá bolo que distribuirei por aqueles que estão por perto. A verdade... Bem, a verdade é que eu não sou dada a grandes festas.

Pano p'ra Mangas

quarta-feira, 3 de abril de 2019

Cinderela do séc. XXI


No conto dos Irmãos Grimm, Cinderela, esta vai para o baile numa bonita carruagem que a sua querida e bondosa fada madrinha faz aparecer num acto de pura magia,o qual não deixa nenhuma criança indiferente. Quer dizer... "nenhuma" não sei. A mim nunca me deixou, tanto que ainda hoje continua a ser o meu conto de fadas preferido. 

Sem querer parecer deslumbrada, e não sendo mesmo!, na sexta-feira senti-me um pouco a Cinderela da minha infância, só que em vez de ter à minha espera um coche puxado por lustrosos cavalos, o que me aguardava era um maravilhoso Porsche Macan, com muitos cavalos escondidos por baixo do capot!

Foi num misto de surpresa e alegria que recebi o convite do Centro Porsche Faro para marcar presença num evento que abriu portas a três mulheres empreendedoras algarvias "porque a feminilidade é intemporal e o espírito Macan também". Era impossível recusar, certo?

Assim, fui. Não sabia quem lá iria encontrar e acreditem que foi muito bom chegar e ver duas caras que me são conhecidas e muito queridas, a Janine - autora do blog Poupadinhos e Com Vales - e a Inês - CEO do Faro Avenida Business Center. Senti-me em casa, sem dúvida! Quem me conhece sabe que tenho algum receio de multidões e que fazer conversa de circunstância é ter de sair para lá da minha zona de conforto. Ufa! Não foi necessário :-)


Começámos por fazer uma visita ao coração do Centro Porsche, onde encontrámos alguns clássicos da marca propriedade de particulares. Um mimo! Um clássico é sempre um clássico e nada ultrapassa o seu charme. Foi curioso o silêncio - a concentração de quem lá trabalha e que pega em cada peça como se fosse uma obra de arte é realmente admirável.


A titulo de curiosidade, e para quem não sabe, foi-nos também explicado que cada carro da marca é único, isto porque é tailor-made: desde a cor exterior, aos estofos e aos pespontos tudo é feito à medida de cada cliente, por isso não é de admirar que alguém diga "Não há Porsche como o meu!" porque dificilmente haverá. Um Porsche não é um produto de supermercado, em que cheguemos ao local e digamos: "Quero aquele!", isto porque "aquele" será apenas o carro de exposição. Quem quiser um Porsche tem de ter a paciência que um carro destes requer e esperar por ele.


Mas voltemos ao Macan , que foi o que tive o privilégio de conduzir. O primeiro pormenor, ainda sentada no banco traseiro, que me saltou à vista foi o tecto panorâmico - sobre o qual pairou sempre o azul do céu do meu Sul.  Depois, a sensação que tive quando me sentei ao volante foi de que o assento tinha sido feito à minha medida, pois senti o meu corpo encaixar na perfeição no molde do banco - há uma sensação de aconchego, de berço e de colo que não se explica, só se sente. E o carro é bonito, bolas! Por dentro e por fora:  A ignição do lado esquerdo do volante - uma imagem da marca! - , o painel frontal, até a parafernália de botões que parecem complicados são bonitos. Acelerei, travei, contornei algumas curvas... Ainda sugeri levá-lo até Sevilha, mas ninguém foi na minha conversa eheheh No final, só ficou uma coisa por fazer: estacionar entre dois carros, que é uma manobra de que eu gosto.

No final apeteceu-me dizer: "Embrulhe e mande entregar!", mas tal como na história da Cinderela, o coche não durou para sempre e no seu lugar ficou a abóbora. Não, não voltei a pé para casa, pois no parque tinha o meu pequeno grande companheiro de viagens e aventuras :-)


Mas digam lá, este carro fica-me bem, não fica?

Guardo na memória de uma manhã muito bem passada e em excelente companhia.


Nota de rodapé: ao contrário da Cinderela, pelo caminho, não perdi nenhum sapatinho nem me cruzei com o príncipe encantado.


Pano p'ra Mangas

domingo, 24 de março de 2019

Oficina de Escrita Criativa

Ando há meses a cozinhar este petisco e vai, finalmente, sair do fogão. Já está apurado qb e creio que vá ser saboreado e o tacho raspado. Tem sido um verdadeiro exemplo de slow cooking.


A Oficina de Escrita Criativa vai acontecer já no Sábado, dia 30, num espaço que é um mimo: o Atelier , em Faro - sabem aqueles espaços que nos fazem sentir em casa? É lá! Ainda antes de ter aberto - no ano passado - a Rita desafiou-me a fazer lá algo e aquilo que, de imediato, me veio à cabeça foi uma oficina de escrita, afinal é algo de que gosto e que, de uma forma instintiva e natural, me está na massa do sangue, ou deverei dizer na ponta dos dedos? Ambos, parece-me! 

Quando?
Sábado, dia 30 de Março entre as 15h e as 19h

Onde?
No Atelier, em Faro (mesmo na Baixa e com estacionamento perto)

O que vamos fazer?
Ora, vamos falar do processo de escrita e de muito do que o envolve, inclusivamente a leitura. E vamos escrever. Vamos escrever muito, por isso preparem as lapiseiras e as canetas, que o papel levo eu - sim, em casa até podem escrever num teclado, mas ali terão de usar o papel. Tenho preparados exercícios que vão dar pano p'ra mangas eheheh

Pelo meio, por minha conta,  e porque não quero que ninguém desfaleça de sede ou de fome, haverá um ou dois intervalos para um café, um doce e dois dedos de conversa.

O que precisam trazer?
Vontade de escrever, o vosso smartphone e um sorriso no rosto

Informações e inscrições: margarida@panopramangas.com

Encontramo-nos no Sábado!

Pano p'ra Mangas

terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

Vamos falar de coisas sérias: copo menstrual


No início do ano, comprometi-me a viver os meus dias de uma forma mais sustentável. Posso não fazer grande coisa, mas o que fizer já é uma ajuda. É qualquer coisa como a famosa frase de Neil Armstrong: "That's one small step for man, one giant leap for mankind."

Se cada um de nós contribuir um pouco, tenho a certeza que amanhã teremos um planeta melhor. 

Aos já vulgares sacos de pano, que andam sempre na mala para qualquer eventualidade, à garrafa de água de 1.5lt de água metida no autoclismo, ao deixar o carro em casa e andar a pé ou ao facto de evitar comprar frutas e vegetais embalados, iniciei outras boas práticas que não custam nada e fazem toda a diferença. Comecei, por exemplo, a levar uma pequena caixa na mala para quando trago queijo fresco do mercado e fiz algumas mudanças no que diz à minha higiene - não, não deixei de tomar banho ou de lavar os dentes...

Como já o disse aqui, substitui a minha escova de dentes de plástico por uma de bambu. Tinha-a já há algum tempo, mas apenas a coloquei a uso quando a antiga estava em final de vida - ainda assim, não foi para o lixo e está reservada para as limpezas. Afinal, uma atitude amiga do ambiente não é substituir tudo o que temos em casa por coisas novas so por serem eco-friendly. Uma atitude amiga do ambiente passa por ir substituído à medida das necessidades.

A outra grande decisão que tomei - e não foi fácil, garanto-vos - foi deixar de usar pensos e tampões higiénicos. Então? Calma... Não cheguei ao ponto de usar pensos reutilizáveis - that's a bit too much!!!! Optei, antes, pelo uso do copo menstrual.

Algumas pessoas dirão "ai que horror!" ou "ai que nojo!" Não. Não tem nada de horror. Não tem nada de nojo. A não ser que tenham nojo de vos próprias. Posso afirmar, até, que é muito mais limpo que qualquer tampão ou penso. 

Primeiro estranha-se, mas depois - literalmente - entranha-se. Que me perdoem as pessoas mais púdicas,para não chamar preconceituosas, mas não há outra forma de falar nisto. Deixemo-nos de falsos pudores, ok? E eufemismos ou metáforas vou deixá-las para os anúncios ridículos da Evax ou da Tampax, publicidade à parte.
Antes de comprar o meu, fiz algumas pesquisas e coloquei-me algumas questões, as quais partilho, agora, convosco, pois as minhas dúvidas podem ser bem as vossas.  

Onde posso comprar?
Há várias marcas disponíveis no mercado e o copo menstrual pode ser adquirido, por exemplo, em farmácias, para-farmácias, lojas que promovem a venda de produdos biológicos/sustentáveis ou online.

Qual é o preço?
Os preços variam consoante as marcas e os locais de venda. Eu comprei o meu online, pois aproveitei uma promoção da Organicup em que pelo preço de um me enviavam dois.
Num primeiro momento até pode parecer caro, mas se fizermos contas ao que se gasta em pensos e tampões, em pouco tempo, o copo está pago. Além disso, os copos menstruais actualmente disponiveis no mercado tem uma durabilidade de até 10 anos.

Como escolho o tamanho?
Da marca que comprei há dois tamanhos: um para mulheres que já fizeram um parto vaginal e outro para quem não fez parto vaginal. Vistas as coisas deste prisma, é facil a decisão. Outras marcas terão outras tabelas, algumas variam entre os tamanhos S e  XL

É fácil de usar?
Sim. É fácil e muito prático: just relax and take it easy. Quer para introduzir o copo menstrual na vagina, quer para o retirar basta que se encontre a posição certa para o fazer de modo a não causar desconforto. Uma vez colocado, o copo adapta-se ao organismo e não temos de nos preocupar mais. Ao contrário dos tampões que devem ser mudados, em extremo, ao fim de 8 horas, o copo menstrual pode ser retirado apenas ao fim de 12 horas - tudo depende do fluxo, evidentemente, e num primeiro momento há que testar.

Confesso que a primeira vez que usei tive alguma dificuldade em retirá-lo e enervei-me. Cheguei a pensar que teria de ir ao hospital ou ao centro de saúde para o remover, mas bolas... se isso acontecesse, acontecia. Teria sido confrangedor, mas não seria vergonha nenhuma. Há coisas bem piores!!!! Não foi necessário. É mesmo uma questão de prática.

Pode haver fugas?
Segundo as marcas, dali nada foge! Nada mesmo :-) Nem a fazer o pino.

Como se higieniza o copo menstrual?
Basta passá-lo por água morna e um sabão neutro e secá-lo numa toalha ou papel higiénico e está pronto a ser usado. Há, também há venda "produtos próprios" para o efeito, mas segundo as leituras que fiz, não há necessidade.

O copo menstrual vem munido de um saquinho de algodão, onde poderá ser guardado de um mês para o outro. Antes de cada utilização é conveniente limpá-lo.

Uma das grandes vantagens que senti relativamente aos pensos e aos tampões é a ausência de odor. Zero cheiro! Ponho-o de manhã, tiro-o e higienizo-o ao final do dia e volto a pô-lo para dormir. Faço desporto sem qualquer problema nem desconforto. E como já disse umas linhas acima: Zero fugas!

Eu sou aquela pessoa céptica e resistente a algumas destas "modernicas", mas quando experimento, normalmente fico rendida e afinal, aquilo que durante algum tempo me intrigou e me deixou de pé atrás é, agora ,um excelente aliado naqueles dias chatos do mês.

Relativamente a estes dias só há uma coisa que não tem solução: o meu humor de urso!!! Por favor, deixem-me dentro da caverna se não quiserem ser vítimas de um ataque.

Abaixo deixo-vos um infográfico onde é feita a comparação entre o uso de tampões e o copo menstrual. Caso tenham dúvidas e não vos apetecer pesquisar no Google - que foi o que fiz antes de comprar - deixem-me um comentário ou enviem-me um e-mail e eu tentarei responder na medida do possível.


#notsponsored - o facto de falar na Organicup prende-se unica e exclusivamente com a minha experiência enquanto utilizadora desta marca, pois, na altura em que fiz a compra foi a que me ofereceu uma melhor relação qualidade/preço.

Pano p'ra Mangas
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